Esta situação com o J. tem-me feito comer até não haver amanhã.
Mas queria muito manter o peso que adquiri enquanto grávida do meu Afonso.
Por isso, tomei a resolução que bem ou mal com ele, irei atrás de mim. Vou deixar de me colocar em 2º plano e vou tomar rédeas de mim mesma.
Portanto vou recomeçar com a dieta que a endocronologista me deu enquanto grávida. Mas apenas com a diferença de que vou poder mudar algumas coisas porque graças a Deus já posso comer de tudo!
Depois digo como a estou a fazer!
20/02/2013
19/02/2013
Vamos tentar de novo
Vamos tentar voltar a ser nós de novo.
Estou muito magoada e como se costuma dizer "gato escaldado, medo de água fria tem", portanto devo dizer que estou de pé atrás na promessa dele...
Não sei o que pensar de tudo isto ainda....
Só sei que se não for para continuarmos como casal e como família, eu vou tomar a decisão mais dificil na minha vida até agora.
Vamos esperar e rezar para que voltemos a recuar no tempo.
Estou muito magoada e como se costuma dizer "gato escaldado, medo de água fria tem", portanto devo dizer que estou de pé atrás na promessa dele...
Não sei o que pensar de tudo isto ainda....
Só sei que se não for para continuarmos como casal e como família, eu vou tomar a decisão mais dificil na minha vida até agora.
Vamos esperar e rezar para que voltemos a recuar no tempo.
16/02/2013
Continuamos assim de uma maneira...... triste
Há coisas que pelos vistos não mudam.
Há demasiadas promessas escritas no ar sem serem cumpridas.
Há muitas desculpas ditas demasiadas vezes.
Há muitos sonhos destruídos.
Há muita luta, mas de uma pessoa só.
Há um nós que parece ter caído num poço sem fundo e que não pára de cair.
Apenas uma grande luz no túnel que não me deixa cair mais além. A única coisa boa que saiu desta história e que dá a maior alegria de viver.
Há demasiadas promessas escritas no ar sem serem cumpridas.
Há muitas desculpas ditas demasiadas vezes.
Há muitos sonhos destruídos.
Há muita luta, mas de uma pessoa só.
Há um nós que parece ter caído num poço sem fundo e que não pára de cair.
Apenas uma grande luz no túnel que não me deixa cair mais além. A única coisa boa que saiu desta história e que dá a maior alegria de viver.
12/02/2013
"Recuar"
Só queria voltar a sorrir como no inicio, só queria voltar a sentir como no inicio...
Queria ter-te de volta, aquele que conquistou a parte mais profunda de mim, que me roubou a alma, o coração.
Quero acreditar que tudo o que me dizes é verdade, quero acreditar que podemos voltar a ser um, mas cada dia que passo apenas me sinto cada vez mais longe de ti.
Como podemos voltar a ser nós?
10/02/2013
A pensar no futuro
O facto de infelizmente ter que levar o meu pimpolho com 4 meses para o
infantário, já me faz pensar na nossa vida para o mês de Maio.
Penso na nossa organização de casa e vida pessoal, ou seja, desde o entrar e
sair de casa, mais a organização das refeições, mais a poupança que temos que
fazer.
Moramos já à saída de Alverca e levamos pelo menos 30 minutos a chegar a
Lisboa. Isto é, se for um dia bom – equivalente a não existirem acidentes na A1
ou não chover a cântaros e não empandeirar a entrada na a.e., mais o trânsito
matinal do eixo norte-sul.
Logo, eu que espero ainda dar de mamar de manhã e ao
final do dia, tenho que me levantar pelo menos às 5:45h da manhã, para dar de
mamar ao Afonso 6:15/30h e prepará-lo para sair. O Afonso terá que estar no
infantário às 8h para eu e o pai podermos estar no trabalho às 9h. A saída tem que ser no máximo até às 7:15/30.
A volta a casa também é tudo menos simples (excluindo aquele tempo da hora
que poderei sair mais cedo até ao 1º ano do menino). O pai sai às 18h, eu meia
hora depois. Vamos buscar o Afonso às 19h a casa da minha mãe que entretanto já
o foi buscar por volta das 17:30h. Chegamos a casa lá para as 19:30/45.
Após isto é dar banho ao menino, dar-lhe jantar e nós jantarmos. Tentar
aproveitar o nosso filho no meio deste pequeno caminho….
Por isso já penso que terei que dispensar uma parte do meu fim-de-semana a
fazer comida. Aproveitar certas receitas e fazer a mais para congelar para ter
para durante a semana. Enquanto jantamos é só fazer o acompanhamento.
Não estou a vislumbrar uma vida fácil e prazerosa. Tenho medo do tempo
passar rápido demais e não ver o meu filho crescer como deve ser.
Tenho que ter a vida demasiado cronometrada e organizada….
Sim, provavelmente estarão a pensar porque é que não vamos
para mais perto uma vez que toda a nossa vida é em lisboa. Pois bem, nós temos
algumas regalias por estar nesta casa que não teremos noutra qualquer…. Basicamente
dinheiro metido no bolso. Não temos capacidade financeira para comprar uma e
não devemos de ter para uma alugada em lisboa…
Se considerámos esta hipótese… sim considerámos… mas neste
momento é carta fora do baralho.
Estou deveras preocupada a pensar no futuro…
Saga: O Aparelho Dentário
Sim, a algum tempo que não dou notícias sobre isto, mas de facto estamos numa fase em que basicamente pouco ou nada aconteceu/acontece.
Já coloquei o twin force (o aparelho que me colocaria o maxilar no sítio) e já o retirei. Tive uma previsão de 4 meses com esse bicho e se tive 2 foi muito.
A minha dentição tem respondido muito bem ao tratamento.
Estou desejosa de o tirar e ver o resultado.
Mas, será que ainda falta muito????????
Já coloquei o twin force (o aparelho que me colocaria o maxilar no sítio) e já o retirei. Tive uma previsão de 4 meses com esse bicho e se tive 2 foi muito.
A minha dentição tem respondido muito bem ao tratamento.
Estou desejosa de o tirar e ver o resultado.
Mas, será que ainda falta muito????????
09/02/2013
Ser Mãe e Mulher
A maternidade no meu caso trouxe-me muito mais que um filho e um ser para amar para a eternidade.
Trouxe-me um aumento de responsabilidades, um aumento de capacidade de gestão pessoal e mais dia menos dia de gestão pessoal/profissional, um aumento de amor próprio e sem sombra de dúvida uma maneira diferente de me ver e de ver o mundo.
Sei que tudo na minha vida mudou e só me sinto na "obrigação" de agarrar estas mudanças com unhas e dentes.
Ter sido mãe mudou a maneira como me vejo enquanto mulher.
Cresci, sem dúvida que sim. Tornei-me mais eu, mais decidida e muito mais confiante em mim e no que sou capaz de fazer!
Este crescimento, faz com que me veja mais mulher. Até em relação ao J. Em relação a nós.
Procuro muito mais, mais para mim enquanto esposa, namorada, amiga e mesmo no âmbito sexual. E porque não?!
Fiquei a achar, quando me olho ao espelho, que aquela Mary mais ameninada, apesar de ainda existir, não existe. Será que faz sentido?
Uma parte desta mudança da forma como me vejo, teve lugar no dia em que arrumei o meu roupeio... tanta roupa que dei! Roupa que olhava e qua além de não a vestir à séculos, pensava "que roupa à menina!" e punha para o lado. Olho para os sites das lojas que mais aprecio e já não me vejo a olhar para o mesmo estilo.
Olho para o espelho e vejo-me diferente. Um corpo diferente. Não, não a questão de tudo ainda não ter ido ao sítio por completo, mas vejo-me mais sexy, mais crescida. Nem sei bem explicar a sensação.
Estou aqui a escrever e nem sei se estou a fazer sentido. Só sei que para mim, no meu coração e na minha cabeça, sim.
Vou procurar não deixar este sentimento de mudança ir embora sem nada fazer. Vou agarrá-lo com unhas e dentes. Torná-lo um objectivo de vida. Gostar mais de mim, sentir-me mais eu, ser mais confiante e mulher!
Trouxe-me um aumento de responsabilidades, um aumento de capacidade de gestão pessoal e mais dia menos dia de gestão pessoal/profissional, um aumento de amor próprio e sem sombra de dúvida uma maneira diferente de me ver e de ver o mundo.
Sei que tudo na minha vida mudou e só me sinto na "obrigação" de agarrar estas mudanças com unhas e dentes.
Ter sido mãe mudou a maneira como me vejo enquanto mulher.
Cresci, sem dúvida que sim. Tornei-me mais eu, mais decidida e muito mais confiante em mim e no que sou capaz de fazer!
Este crescimento, faz com que me veja mais mulher. Até em relação ao J. Em relação a nós.
Procuro muito mais, mais para mim enquanto esposa, namorada, amiga e mesmo no âmbito sexual. E porque não?!
Fiquei a achar, quando me olho ao espelho, que aquela Mary mais ameninada, apesar de ainda existir, não existe. Será que faz sentido?
Uma parte desta mudança da forma como me vejo, teve lugar no dia em que arrumei o meu roupeio... tanta roupa que dei! Roupa que olhava e qua além de não a vestir à séculos, pensava "que roupa à menina!" e punha para o lado. Olho para os sites das lojas que mais aprecio e já não me vejo a olhar para o mesmo estilo.
Olho para o espelho e vejo-me diferente. Um corpo diferente. Não, não a questão de tudo ainda não ter ido ao sítio por completo, mas vejo-me mais sexy, mais crescida. Nem sei bem explicar a sensação.
Estou aqui a escrever e nem sei se estou a fazer sentido. Só sei que para mim, no meu coração e na minha cabeça, sim.
Vou procurar não deixar este sentimento de mudança ir embora sem nada fazer. Vou agarrá-lo com unhas e dentes. Torná-lo um objectivo de vida. Gostar mais de mim, sentir-me mais eu, ser mais confiante e mulher!
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